terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Chá das Sete (ou quase isso)!


Parecia assalto pra festinha de confraternização de Colégio - não no sentido pejorativo - longe disso, afinal, em critérios de organização a Cia do Chapéu e Joana Gajuru estão de parabéns - mas no sentido de descontração e leveza. Fazia tempo que não estava cercada de tantos colegas e amigos tão queridos. E foi nesse clima leve e ameno que realizou-se o 3º Chá da Tarde, ontem (dia 21/12/2009) no Museu Téo Brandão.
Independente de linguagem, estilo ou metodologia de trabalho, estávamos lá, conversando, debatendo e comungando com/sobre teatro. Não querendo parecer piegas nem clichê, o espírito natalino já nos sugeria a confraternização, e a partilha do pão e do vinho (não o cristão, mas o dionisíaco) estava presente, pungente e pulsante, seja em círculo ou ao redor de uma mesa bem servida (acho que só faltou mesmo um ditirambo).
O Chá da Tarde 2009 mostrou o que alcançamos com o teatro em 2009, nossa capacidade de articulação e escuta, nossa busca pela colaboração/cooperação em projetos individuais, e nossa abertura e humildade em trilharmos um caminho que nos leva para o intercâmbio.
De fato me senti comemorando, compartilhando, principalmente quando lembro que há alguns anos isso seria impraticável. Estávamos todos presentes desta vez, não como grupos de teatro, mas como artistas, agitadores culturais, produtores e tudo mais, não estávamos "representando" esse ou aquele, estávamos sendo nós mesmos dentro desse contexto histórico.
Fico feliz por ter participado de um momento tão peculiar quanto especial, espero que seja o primeiro de vários.
Fica aí meu pedido de Natal e desejo de Ano Novo:
muita merda para todos nós em 2010!!!
Daniela Beny

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